Abraços e amassos

Você já abraçou ou tocou alguém hoje?                                                                                                                                                                                                                                                                                                Este post é baseado no livro A terapia do abraço de Kathleen Keating e fala sobre a importância do contato físico, claro, sem malícias, segundas intenções e coisas do tipo. O toque, especificamente o abraço, traz grandes benefícios sejam eles psicológicos, emocionais até mesmo sociais. Pode também, fazer a gente se sentir bem o dia todo, acabar com a solidão, nos fazer superar medos, abrir passagem para os sentimentos, construir a autoestima. Infelizmente o abraço está se tornando algo cada vez menos frequente, por uma questão de influência familiar, cultural, até mesmo a internet pode ter uma contribuição, com a alta das redes sociais, os amigos estão armazenados no computador, algumas pessoas não sentem mais a necessidade do contato pessoal. Um abraço é tão necessário quanto as refeições que fazemos durante o dia, pois nos motiva, para um longo dia cheio de tarefas e afazeres.

Vamos ver algumas definições:

Abraçar, v.t.

Segurar alguém nos braços, especialmente de modo afetuoso; dar um abraço; envolver com os braços

Acariciar, segurar apertado

Manter-se muito próximo a…

 Abraço, s. m.

            Ato de abraçar; uma forma de carinho.

Terapia do abraço

            A prática de dar abraços como forma de tratamento ou cura de doenças, ou ainda para a manutenção da saúde através dos múltiplos significados e da comunicação pelo abraço.

Existem vários tipos de abraço, desde o abraço padrão, abraço de urso, de lado, de rosto colado, em grupo, até o abraço do fundo do coração. O estímulo pelo toque é preciso para o bem-estar tanto físico quanto emocional. Há pessoas que tem o hábito e o prazer de tocar, outras que tem dificuldade para abraçar e para receber um abraço, em nosso país por exemplo, tido como um país caliente, com pessoas receptivas, alegres o contato físico é maior, comparado a outros países “frios”. Mas infelizmente ainda assim existe um grande preconceito em relação ao contato físico, há quem pense que o abraço entre duas pessoas é inútil se uma não sentir atração física pela outra; certamente que esta pessoa não teve o costume de receber abraços desde a infância.

Nunca tenha medo de um abraço, toque ou amasso! Abrace, abrace muito, seus amigos, seus pais, filhos, sobrinhos, namorado(a), sua vó, vô, seu cachorro, seja lá quem for! O abraço é ecologicamente correto, é portátil, não requer equipamento especial, não tem hora, abrace de manhã, na hora do almoço, a tarde, no jantar de madrugada, qualquer lugar é valido, desde a calçada das ruas a uma sala de reuniões de executivos, desde a favela no morro a um bairro nobre da maior cidade do mundo,

torna os dias mais felizes, o fardo mais leve, troca sentimentos e além disso evita a guerra. Traz benefícios mesmo depois de desfeitos.
     Por isso abrace sem medo e sem preconceito, é um investimento gratuito, com retorno agradável garantido!
(Este texto teve como base o livro A terapia do abraço, de Kathleen Keating, 1983, editora Pensamento LTDA. São Paulo-SP.)
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Mas… Qual a diferença?

Fui abastecer minhA carro, sim, porque é uma mulher, dignamente batizada de Elba Ramalho Sheldom. Sim sim! entrei no auto-posto, estacionei ao lado da bomba de gasolina e o frentista veio me atender.
_ Olá, boa noite!
_ Boa noite, 20 R$ de gasolina por favor. Só um minuto, quanto tá a gasolina aditivada?
_ 2,96 R$
_ Ah sim, mas o que tem de diferente na aditivada?
_ A gente coloca… o aditivo!
_ Sim, mas o que tem nesse aditivo?
_ Ah moça, é na outra bomba ali do lado, você vai ali e a gent coloca o aditivo na hora.
_ Certo, mas… qual a diferença da comum para a aditivada???
Ele simplesmente sorriu sem graça, eu ri também e parei de perguntar…
_ Tá, põe a comum mesmo. Obrigada!

Desisti, resolvi perguntar para o “Oráculo” como costuma dizer uma amiga minha @CarolAyfus referindo-se ao Google. rss

Mas, para não ficarmos na dúvida, aqui vai a informação:


1) Qual a diferença entre gasolina comum, aditivada e premium?

A gasolina aditivada é a gasolina comum que recebe um pacote de aditivos detergente/dispersante, que mantém limpo todo o sistema de alimentação do combustível, incluindo bicos injetores e válvulas de admissão. A octanagem da comum e da aditivada é a

mesma: 87, no mínimo. Já a gasolina premium possui octanagem superior quando comparada à comum: 91, no mínimo.(fonte G1.com)

Quem quiser ler mais sobre o assunto clique no link da matéria.http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL606074-9658,00-COMUM+OU+ADITIVADA+TIRE+SUAS+DUVIDAS+SOBRE+GASOLINA.html

A prova de confiança

Certo dia tive uma prova de confiança máxima entre mim e a chefa! rss
Certo dia ela pediu que eu levasse o carro dela ao lava car, um audi A4, preto, lindo, maravilhoso . Ok, eu me surpreendi , afinal eu tinha começado há pouco no emprego, mas veio aquela série de recomendações para com o veículo, e estou acostumada com o meu “pelo menos” como diz a amiga Jô, pelo menos não ando a pé, pelo menos não tomo chuva nem passo frio. Minha Elba Ramalho Sheldom.
Levei o carro pra lavar, chegou são e salvo. Alguns dias depois, estávamos em um curso em uma escola e a chefa precisava sair e o carro não estava com ela, então veio pedir que eu a levasse. Certo! Vamos lá! Entramos no carro, até aí tudo bem, acontece que… no lugar onde estava estacionado o carro havia um poste bem atrás, o qual euzinha não vi XD, coloquei na marcha à ré e me empolguei no acelerador, só que virando o volante de modo que a Elba fizesse uma curva para a esquerda, então a porta lateral direita raspou no poste com tudo, justamente o lado que a superiora estava! #Vixe
_ Jú do cééééééu… você é doida menina?! Meu Deeeeus, Jú você não viu o poste? Meniiiiina bem na hora que eu estava aqui devagarinho abrindo a janela, ai, olhga meu coração ta disparado, como você não viu?
Tá, mas imagine ela dizendo isso rapidamente, assustada e me repreendendo! Poisé, e eu dando risada e tentando acalmá-la dizendo que estava tudo bem, acontece! rss
Depois de tal episódio, tive certeza de que ela nunca mais confiaria o audi dela a mim, poisé caros colegas, aí que me enganei! Estava eu indo a pé a um supermercado próximo ao nosso estabelecimento de trabalho, quando ouço ela me chamando…
_ Jú, vai a pé?
_Sim, por que? quer que eu vá de carro?
_ Sim, vá de carro.
Tudo bem, voltei para pegar a chave do meu carro, quando menos espero, ela estende para mim a mão com a chave do dela! Geeeeenteeee, não a creditei! Putz! que confiança hehe, não que eu dirija mal, pelo contrário, acho que conduzo de maneira admirável o automóvel, levando em consideração meu pouco tempo de habilitação (2 anos), e carro dos outros sabe como é né, cuidado redobrado!
Bem, eu olhei pra ela com aquela cara de tipo: “nossa, acho que isso é uma segunda chance.” rss.
Fiquei feliz com a atitude,agradeço a confiança, por mero ou valoroso objeto que seja.

Qual o peso da consciência?

Há um pouco mais de um ano entrei para um grupo de acompanhamento nutricional devido à minha obesidade, reeducação alimentar era o lema. Imagine que para uma sedentária que estava acostumada a comer pizzas, chocolates, bolos, tortas suculentas de todos os sabores e muitas outras guloseimas, limitar-se a comer coisas saudáveis sob medida, tomar no mínimo dois litros de água por dia, ser privar de muitas das delícias com as quais estava acostumada, ou pelo menos diminuir a frequência de consumi-las e para completar, entrar para uma academia! Isso tudo era inédito para mim. Mas as semanas iam passando e eu me acostumando com as novidades, os kilos indo embora eram uma motivação, cheguei a perder 13kg. Mas o desânimo bateu a porta e a academia ficou de lado junto com ela a dieta. Por volta de seis, sete meses depois eu já tinha voltado ao peso anterior ao início do esforço. Bem, com o “incentivo” de algumas pessoas há três semanas retornei para a academia, tanto para perder o peso do corpo quanto o da consciência que devia estar muito maior.